quinta-feira, 18 de maio de 2017
AMAR PELOS DOIS
Se um dia alguém
Perguntar por mim
Diz que vivi
Para te amar
Antes de ti
Só existi
Cansado e sem nada p’ra dar
Meu bem
Ouve as minhas preces
Peço que regresses
Que me voltes a querer
Eu sei
Que não se ama sozinho
Talvez devagarinho
Possas voltar a aprender
Se o teu coração
Não quiser ceder
Não sentir paixão
Não quiser sofrer
Sem fazer planos
Do que virá depois
O meu coração
Pode amar pelos dois
Luísa Sobra/2017/03/amar-pelos-dois.html">
segunda-feira, 3 de abril de 2017
Arrebenta a festa
Já cantei a cana verde
O fandango e o corridinho
Já cantei a cana verde
O fandango e o corridinho
O vira, o fado e o malhão
Cantei a chula do minho
O vira o fado e o malhão
Cantei a chula do minho
É assim que se arrebenta a festa
E nunca cantar sozinho
É assim que se arrebenta a festa
E nunca cantar sozinho
É assim que se arrebenta a festa
E nunca dcantar sozinho
É assim que se arrebenta a festa
E nunca canar sozinho
Já cantei mulher bionita
Também cantei mulher feia
Já cantei mulher bonita
Também cantei mulher feia
Mulher baxinha faz fita
A mulher alta tonteia
Mulher baixinha faz fita
A mulher alta tonteia
É assim que se arrebenta a festa
A mulher é que ensendeia
É assim que se arrebenta a festa
A mulher é que ensendeia
É assim que se arrebenta a festa
A mullher é que se ensendeia
É assim que se arrebenta a festa
A mulher é que se ensendeia
Já brindei com vinho verde
E com vinho da madeira
Já brindei com vinho verde
E com vinho da madeira
Não perco um copo de tinto
Um porto e bagaceira
Não perco um copo de tinto
Um porto ou bagaceira
É assim que se arrebenta a festa
E aumenta a fogueira
É assim que se arrebenta a festa
E aumenta a fogueira
É assim que se arrebenta a festa
E aumenta a fogueira
É assim que se arrebenta a festa
E aumenta a fogueira
Mandai a sardinha assada
Para este pobre ladrão
Mandai a sardinha assada
Para este pobre ladrão
Mandai a sardinha assada
Para esta pobre ladrão
Mandai a sardinha assada
Para esta pobre ladrão
E a mulher já está laçada
E o vinho já está na mão
E a mulher já está laçada
E o vinho já está na mão
É assim que se arrebenta a festa
Tanto vinho amor e pão
É assim que se arrebenta a festa
Tanto vinho amor e pão
É assim que se arrebenta a festa
Tanto vinho amor e pão
É assim que se arrebenta a festa
Tanto vinho amor e pão
03 – 04 - 23017
quarta-feira, 22 de março de 2017
sexta-feira, 17 de março de 2017
Se fosse uma flor seria uma
PIÓNIA
- Resistente e perene
- Flor de todo o mundo
- De pouca manutenção
Se fosse um animal seria uma
CHITA
- Mais rápido do mundo
- Corpo esguio
- Linha negra em forma de lágrima
Garras expostas.
LEMA DE VIDA
Nunca tentarei vingar o ódio com o ódio,
apenas com amor o vencerei.
POEMAS
Biografia
As voltas que os espaços dão.
17-03-2017 --Francisco Parreira
POEMAS
Biografia
As voltas que os espaços dão.
17-03-2017 --Francisco Parreira
terça-feira, 14 de março de 2017
TOMÁS JÚLIO LEAL DA CÂMARA
" Leal da Câmara "
Biografia
Biografia
Foi lá longe, muito longe,
que sua mãe o pariu,
de Pangim com tenra idade,
uma criança partiu,
seu destino Portugal,
se fez homem e aprendeu,
Veterinária e Agronomia,
não sendo esse um sonho seu,
de caricatura e pintura sabia,
seu ideal republicano defendeu,
com sua tendência satírica,
para revistas e jornais escreveu,
criticando a Igreja e Monarquia,
publicações eram suspensas,
de inimigo apelidado,
a pressão era constante,
foi voluntário exilado.
Por Madrid, Paris e Bélgica andou,
até cair a Monarquia,
implantada a República,
logo ele regressou.
Para divulgar sua cultura,
no Porto se fixou,
com todo o seu saber,
em periódicos colaborou,
foi animador de artistas,
do grupo " Os Fantasistas "
lá arduamente trabalhou,
até ao ano cristão de 1930,
ano em que se mudou,
para a casa que escolheu,
nesta Rinchoa saloia,
terra de cariz rural
onde ensinou e viveu,
até ao seu dia final.
onde ensinou e viveu,
até ao seu dia final.
14-03- 2017 - Francisco Parreira.
quarta-feira, 8 de março de 2017
As voltas que os espaços dão
Neste espaço onde estamos,
declamando em liberdade,
aqui foram as cocheiras,
para os cavalos trocar,
ao estadista conde de Oeiras,
sempre no seu deslocar.
entre Oeiras e Terrugem,
foi aquele controverso
e carismático Marquês de Pombal,
que acabou com a escravatura,
neste Torrão ocidental
e os jesuitas expulsou
deste nosso Portugal.
Com as invasões francesas,
a ser hospital passou,
para tratar soldados valentes,
que das duras batalhas
vinham feridos e doentes.
Após outra revolução
algo de novo aconteceu
vindo de terras estranjas
Tomás Leal da Câmara apareceu
no Porto se fixou
em jornais e revistas exerceu
a sua irrequieta personagem
e o seu gosto no saber,
ao Brasil o levaram
para ensinar e aprender
tanto ele que já sabia
do mundo e da política,
com ideal republicano
de que nunca abdicaria,
para continuar sua luta
na Rinchoa se acolheria
e tenham isso na memória,
é aqui nesta casa
que se guarda a sua história.
08-03-2017 - Francisco Parreira
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