sexta-feira, 26 de maio de 2017

quinta-feira, 18 de maio de 2017

AMAR PELOS DOIS Se um dia alguém Perguntar por mim Diz que vivi Para te amar Antes de ti Só existi Cansado e sem nada p’ra dar Meu bem Ouve as minhas preces Peço que regresses Que me voltes a querer Eu sei Que não se ama sozinho Talvez devagarinho Possas voltar a aprender Se o teu coração Não quiser ceder Não sentir paixão Não quiser sofrer Sem fazer planos Do que virá depois O meu coração Pode amar pelos dois Luísa Sobra/2017/03/amar-pelos-dois.html">

segunda-feira, 3 de abril de 2017

Arrebenta a festa
Já cantei a cana verde
O fandango e o corridinho
Já cantei a cana verde
O fandango e o corridinho
O vira, o fado e o malhão
Cantei  a chula do minho
O vira o fado e o malhão
Cantei  a chula do minho
É assim que se arrebenta a festa
E nunca cantar sozinho
É assim que se arrebenta a festa
E nunca cantar sozinho
É assim que se arrebenta a festa
E nunca dcantar sozinho
É assim que se arrebenta a festa
E nunca canar sozinho
Já cantei mulher bionita
Também cantei mulher feia
Já cantei mulher bonita
Também cantei mulher feia
Mulher baxinha faz fita
A mulher alta tonteia
Mulher baixinha faz fita
A mulher alta tonteia
É assim que se arrebenta a festa
A mulher é que ensendeia
É assim que se arrebenta a festa
A mulher é que ensendeia
É assim que se arrebenta a festa
A mullher  é que se ensendeia
É assim que se arrebenta a festa
A mulher é que se ensendeia
Já brindei com vinho verde
E com vinho da madeira
Já brindei com vinho verde
E com vinho da madeira
Não perco um copo de tinto
Um porto e bagaceira
Não perco um copo de tinto
Um porto  ou bagaceira
É assim que se arrebenta a festa
E aumenta a fogueira
É assim que se arrebenta a festa
E aumenta a fogueira
É assim que se arrebenta a festa
E aumenta a fogueira
É assim que se arrebenta a festa
E aumenta a fogueira
Mandai a sardinha assada
Para este pobre ladrão 
Mandai a sardinha assada
Para este pobre ladrão
Mandai  a sardinha assada
Para esta pobre ladrão
Mandai  a sardinha assada
Para esta pobre ladrão
E a mulher já está laçada
E o vinho  já está na mão
E a mulher já está laçada
E o vinho já está na mão
É assim que se arrebenta a festa
Tanto vinho amor e pão
É assim que se arrebenta a festa
Tanto vinho amor e pão
É assim que se  arrebenta a festa
Tanto vinho amor e pão
É assim que se arrebenta a festa
Tanto vinho amor e pão

           03 – 04 - 23017

sexta-feira, 17 de março de 2017

Se fosse uma flor seria uma

PIÓNIA
- Resistente e perene
- Flor de todo o mundo
- De pouca manutenção

Se fosse um animal seria uma
CHITA
- Mais rápido do mundo
- Corpo esguio
- Linha negra em forma de lágrima
Garras expostas.

LEMA DE VIDA
Nunca tentarei vingar o ódio com o ódio,
apenas com amor o vencerei.

POEMAS

Biografia

As voltas que os espaços dão.

17-03-2017 --Francisco Parreira

terça-feira, 14 de março de 2017

TOMÁS JÚLIO LEAL DA CÂMARA
"  Leal da Câmara "
Biografia
Foi lá longe, muito longe,
que sua mãe o pariu,
de Pangim com tenra idade,
uma criança partiu,
seu destino Portugal,
se fez homem e aprendeu,
Veterinária e Agronomia,
não sendo esse um sonho seu,
de caricatura e pintura sabia,
seu ideal republicano defendeu,
com sua tendência satírica,
para revistas e jornais escreveu,
criticando a Igreja e Monarquia,
publicações eram suspensas,
de inimigo apelidado,
a pressão era constante,
foi voluntário exilado.
Por Madrid, Paris e Bélgica andou,
até cair a Monarquia,
implantada a República,
logo ele regressou.
Para divulgar sua cultura,
no Porto se fixou,
com todo o seu saber,
em periódicos colaborou,
foi animador de artistas,
do grupo " Os Fantasistas "
lá arduamente trabalhou,
até ao ano cristão de 1930,
ano em que se mudou,
para a casa que escolheu,
nesta Rinchoa saloia,
terra de cariz rural 
onde ensinou e viveu,
até ao seu dia final.

14-03- 2017 - Francisco Parreira.
  

quarta-feira, 8 de março de 2017

As voltas que os espaços dão
Neste espaço onde estamos, 
declamando em liberdade,
aqui foram as cocheiras,
para os cavalos trocar,
ao estadista conde de Oeiras,
sempre no seu deslocar.
entre Oeiras e Terrugem,
foi  aquele controverso
e carismático Marquês de Pombal,
que acabou com a escravatura,
neste Torrão ocidental
e os jesuitas expulsou
deste nosso Portugal.
Com as invasões francesas,
a ser hospital passou,
para tratar soldados valentes,
que das duras batalhas
vinham feridos e doentes.
Após outra revolução
algo de novo aconteceu
vindo de terras estranjas
Tomás Leal da Câmara apareceu
no Porto se fixou
em jornais e revistas exerceu
a sua irrequieta personagem
e o seu gosto no saber,
ao Brasil o levaram
para ensinar e aprender
tanto ele que já sabia
do mundo e da política,
com ideal republicano
de que nunca abdicaria,
para continuar sua luta 
na Rinchoa  se acolheria
e tenham isso na memória,
é aqui nesta casa 
que se guarda a sua história.
08-03-2017 - Francisco Parreira