sexta-feira, 12 de junho de 2015

--------------------T O R N A D O ----------

Aquele tornado viral,
que tanto nos irritou,
fez estragos a valer,
no sistema onde entrou,
não sendo só eu,
que o maldito danou,
foram muitos, muitos mais,
desprotegidos até,
que navegam nas redes sociais,
sempre na boa fé,
em trabalho ou diversão,
sofreram aquele ataque,
aquela terrível invasão,
de inteligentes sem berço,
grandes em maldição,
com astucia suficiente,
para com um clic feito,
prejudicar tanta gente,
de caracter e respeito.

12/06/2015-------- Francisco Parreira

segunda-feira, 4 de maio de 2015

APELO A SANTO ANTONIO
 
Fantástico Poema Popular
 []


Ó meu rico Santo Antonio
Meu santinho Milagreiro
Vê se levas o Passos Coelho
Para junto do Sá Carneiro


Se puderes faz um esforço
Porque o caminho é penoso
Aproveita a viagem
E leva o Durão Barroso


Para que tudo corra bem
E porque a viagem entristece
Faz uma limpeza geral
E leva também o PS 

Para que não fiquem a rir-se
Os senhores do PSD
Mete-os no mesmo carro
Juntamente com os do PCP


Porque a viagem é cara
E é preciso cultivar as hortas
Para rentabilizar o percurso
Não deixes cá o Paulo Portas


Para ficar tudo limpo
E purificar bem a cousa
Arranja um cantinho
E leva o Jerónimo de Sousa


Como estamos em democracia
Embora não pareça às vezes
Aproveita o transporte
E leva também o Menezes


Se puderes faz esse jeito
Em Maio, mês da maçã
A temperatura está a preceito
Não te esqueças do Louça


Todos eles são matreiros
E vivem à base de golpes
Faz lá mais um favorzinho
E leva o Santana Lopes

Para que não haja mais troça
E se de tal não te importares
Mete  lá nessa carroça
Toda a família Soares

Isto chegou a tal ponto
E vão as coisas tão mal
Que só varrendo esta gente
Se salvará Portuga

segunda-feira, 27 de abril de 2015

Conselhos de um velho sábio
cid:FC8EE5003D7147BD9D311DBE0A957A5C@BaltazarPC
Mensagem para bem da saúde:
1. Se andar a pé fosse bom para a saúde o carteiroseria  imortal.

2.
 Uma baleia nada todo o dia, só come peixe, só bebe água e no entanto é gorda.
3. Um coelho corre, salta e vive ao ar livre, mas só dura 15 anos.
4. Uma tartaruga não corre, não faz nada... e vive até aos 450 anos.

E VOCÊS DIZEM-ME PARA FAZEREXERCÍCIO !

EU SOU REFORMADO.DEIXEM-ME EM PAZ !!!
CHIÇA..
A L E N T E J A N I C E S
 COMADRES ALENTEJANAS


- Sabe, comadre, ontem à noite estive a ver um programa sobresexo, mas houve algumas  expressões que eu não entendi...
- Então diga lá quais foram as suas dúvidas, pode ser que eu a possa ajudar.
- Olhe, não sei o que é
 sexo oral !?!
- Isso tá-se mesmo a ver o que é: Sexo de hora a hora...
- Então e
 sexo anal ?
- Isso é sexo de ano a ano.
- E
 homossexual ?
- Oh comadre !!! Vossemecê não percebe mesmo nada disto. Tá-se mesmo a ver que é umdetergente para lavar ostomates!!!.
 
Não sou nada, nunca serei nada,não posso querer ser nada.
Á parte disso, tenho em mim todos os sonhos do mundo.
"Fernando Pessoa"
A N E D O T A

Na biblioteca de uma universidade um rapaz pergunta a uma rapariga:

- Importa-se que me sente ao pé de si?

Esta responde, em voz muito alta:

- NÃO, NÃO QUERO PASSAR A NOITE CONSIGO!

Toda a gente na biblioteca ficou a olhar para o rapaz, visivelmente embaraçado.

Passado um pouco a rapariga foi calmamente até à mesa onde ele estava e disse:
- Eu estudo psicologia, por isso sei, sempre, o que um homem está a pensar. Ficou embaraçado, não foi?

Então o rapaz respondeu em voz muito alta:

- QUINHENTOS EUROS POR UMA NOITE? NEM PENSAR!

Desta vez ficaram todos a olhar, chocados, para a rapariga. O rapaz sussurrou-lhe então ao ouvido:


- Eu estudo direito, por isso sei sempre, como lixar o próximo !

segunda-feira, 20 de abril de 2015

O amor, quando se revela,
 Não se sabe revelar
. Sabe bem olhar pra ela,
 Mas não lhe sabe falar.
 Quem quer dizer o que sente
 Não sabe o que há de dizer.
 Fala: parece que mente :
,Cala parece esquecer 
 Ah, mas se ela adivinhasse,
 Se pudesse ouvir o olhar
, E se um olhar lhe bastasse 
 Para saber que a estão a amar!
 Mas quem sente muito, cala
 Quem quer dizer quanto sente
 Fica sem alma nem fala, 
 Fica só, inteiramente!
 Mas se isto puder contar-lhe 
 O que não lhe ouso contar,
 Já não terei que falar-lhe 
 Porque lhe estou a falar...

quarta-feira, 8 de abril de 2015

Uma história verdadeira!!!
A ESTRANHA
Alguns anos após o meu nascimento, o meu pai conheceu uma estranha, recém-chegada à nossa pequena cidade.
Desde o início que o meu pai ficou fascinado com esta encantadora personagem e, de seguida convidou-a a viver com a nossa família.
A estranha aceitou e, desde então, tem estado connosco.
Enquanto eu crescia, nunca perguntei sobre qual o seu lugar na minha família; na minha mente jovem ela já tinha um lugar muito especial.
Os meus pais eram professores... a minha mãe ensinou-me o que era bom e o que era mau e o meu pai ensinou-me a obedecer.
Mas a estranha era a nossa narradora.
Mantinha-nos enfeitiçados durante horas com aventuras, mistérios e comédias.
Sempre tinha respostas para qualquer coisa que quiséssemos saber de política, história ou ciência.
Conhecia tudo do passado, do presente e até podia predizer o futuro!
Levou a minha família ao primeiro jogo de futebol.
Fazia-me rir e fazia-me chorar.
A estranha nunca parava de falar, mas o meu pai não se importava.
Às vezes, a minha mãe levantava-se cedo e calada, enquanto nós ficávamos a ouvir o que tinha para dizer, mas só ela ia à cozinha para ter paz e tranquilidade. (Agora pergunto se ela teria rezado alguma vez para que a estranha fosse embora).
O meu pai conduzia o nosso lar com certas convicções morais, mas a estranha nunca se sentia obrigada a honrá-las.
As blasfémias, os palavrões, por exemplo, não eram permitidos na nossa casa… por nós, pelos nossos amigos ou por qualquer um que nos visitasse.
Entretanto, a nossa visitante de longo prazo usava sem problemas a sua linguagem inapropriada que às vezes queimava osmeus ouvidos e que fazia o meu pai se retorcer e a minha mãe se ruborizar.
O meu pai nunca nos deu permissão para beber álcool. Mas a estranha animou-nos a tentá-lo e a fazê-lo regularmente.
Fez com que o cigarro parecesse fresco e inofensivo, e que os charutos e os cachimbos fossem especiais.
Falava livremente (talvez demasiado) sobre sexo. Os seus comentários eram às vezes evidentes, outras sugestivos, e geralmente vergonhosos.
Agora sei que os meus conceitos sobre relações foram influenciados fortemente durante a minha adolescência pela estranha.
Repetidas vezes a criticaram, mas ela nunca fez caso dos valores dos meus pais, mesmo assim, permaneceu no nosso lar.
Passaram-se mais de cinquenta anos desde que a estranha veio para a nossa família. Desde então mudou muito; já não é tão fascinante como era no princípio.
Não obstante, se hoje pudesse entrar na guarida dos meus pais, ainda a encontraria sentada no seu canto, esperando que alguém quisesse escutar as suas conversas ou dedicar o seu tempo livre a fazer-lhe companhia...
O seu nome? Ah! O seu nome…
Chamamos-lhe de TELEVISÃO!
É isso mesmo; a intrusa chama-se TELEVISÃO!
Agora tem um marido que se chama Computador, um filho que se chama Telemóvel e um neto com o nome Tablet.
A estranha agora tem uma família. Será que a nossa ainda existe