domingo, 6 de abril de 2014

BELMONTE – PASSEIO
29 e 30 de Março de   2014

 Nosso destino era a Guarda,
A nossa mais alta cidade,
Eram seis da manhã,
Partimos com ansiedade.
Depois de ali chegados,
Com São Pedro a ajudar,
Em passeio pedonal,
Fomos a Sé visitar.
Ao pormenor explicada,
Por amável cicerone,
Com tão baixinha voz,
Teve  de usar o microfone.
Algum tempo livre,
Para compras fazer,
Fotografias tirar,
Para recordações trazer.
O almoço “ carne Jarmelista “
No restaurante Aliança,
Onde pelos comentários,
Todos encheram a pança.
Seguimos para o hotel ,
Agora bem almoçados,
Vendo lindas paisagens,
Até sermos alojados.
Saímos até Peraboa,
O Museu do Queijo visitar,
Acabando essa visita,
A bom queijo degustar.
Regressámos ao hotel Belsol
Para o jantar nos servir,
E depois do bailarico,
Fomos todos dormir.
Nove horas, destino Belmonte,
Até ao Museu do Azeite,
Uma visita agradável,
Por todos nós bem aceite.
Até ao Museu Judaico,
Andámos mais um pouquinho,
Ali naquela vila,
Tudo parece pertinho.
Dali fomos ao Castelo,
Monumento com historial,
E grande significado,
Para este nosso Portugal.
Embarcámos no comboio,
O desconhecido queriamos alcançar,
A hora era de regresso,
Para irmos almoçar.
Bem almoçados agora,
A temperatura a descer,
Fomos para Covilhã,
O Museu de Arte Sacra conhecer.
Ali tudo estava fechado,
O tempo sempre a chover,
Mesmo com tempo livre,
Nada mais podemos ver.
Foi assim que regressámos,
À vila de Rio de Mouro,
Deste tão belo passeio,
Fechado com chave d’ouro.
A todos em geral agradeço,
Mas agradeço ainda mais,
Ao sr.Bruno, à Dra. Marisa e ao sr. Luís,
Que são os três principais.
06/04/2014

Francisco Parreira. 

sexta-feira, 4 de abril de 2014

PowerPoint

Cada um fez sua escolha,
com os parâmetros dados,
os temas a nosso gosto,
que ali foram visados,
pelo grupo PowerPoint,
na casinha dos afectos,
onde mostraram as provas,
com resultados certos,
uma geral surpresa
e muito boa aceitação,
o grupo aplaudiu,
com diploma na mão,
para todos nós um mimo,
pela Doutora Marisa criado,
ali nos foi entregue,
 depois de tudo acabado,
estava na hora do almoço,
o Papario ficava a jeito,
era ali pertinho,
o restaurante perfeito,
as mesas estavam postas,
com aspecto e maneira,
tivemos honrosa presença,
o presidente Bruno Parreira,
excelente companhia,
satisfez nosso desejo,
ali naquela ocasião,
rubricou os diplomas,
que estavam ali à mão.
27/01/2014
Francisco Parreira.

sexta-feira, 21 de março de 2014

                     UNIÃO
Esta união perfeita,
Floresta e poesia,
Que hoje são lembradas,
Tem hoje e o seu dia,
Sendo a floresta a fonte,
De inesgotável poesia,
De tamanha inspiração,
Onde o poeta vai beber,
Ali a sede sacia,
Com grande sofreguidão,
Sem parar de descrever,
Árvores, arbustos, flores a abrir,
Tudo o que está a ver,
Tudo o que está ouvir,
Abelhas, gafanhotos, cigarras e aves,
Tudo está a bulir,
Neste mundo maravilhoso,
Que temos de defender,
Não mais o deixar destruir.
21/03/2014--- Francisco Parreira



               UNIÃO                                                                                          
Esta  união perfeita
Floresta e  poesia
Hoje  lembradas são
Tem hoje o seu dia
Sendo a floresta a fonte
De inesgotável poesia
Onde o poeta vai beber
E ali a sede sacia
Com grande sofreguidão 
Sem parar de escrever
Linda é a descrição
De árvores, arbustos, flores a abri
Tudo o que está a ver
Tudo o que está a ouvir
Abelhas, gafanhotos, cigarras e aves
Tudo está a bulir
Neste mundo maravilhoso
Que temos de defender
Não mais o deixar destruir.

21/03/2014 -- Francisco Parreira. 



segunda-feira, 17 de março de 2014

Comboios

testando - imagem e texto

[SONETO DE TODOS OS CORNOS]


Não lamentes, Alcino, o teu estado,
Corno tem sido muita gente boa;
Cornissimos fidalgos tem Lisboa,
Milhões de vezes cornos teem reinado.

Sicheu foi corno, e corno de um soldado:
Marco Antonio por corno perdeu c'roa;
Amphitryão com toda a sua proa
Na Fabula não passa por honrado;

Um rei Fernando foi cabrão famoso
(Segundo a antiga lettra da gazeta)
E entre mil cornos expirou vaidoso;

Tudo no mundo está sujeito à greta:
Não fiques mais, Alcino, duvidoso,
Pois isto de ser corno é tudo peta